"De Volta para o Primitivo" é um vídeo informativo sobre alguns conceitos estabelecidos por Winnicott, referentes ao desenvolvimento emocional primitivo. Neste acolhedor material, você conhecerá o Ambiente Suficientemente Bom e compreenderá que, sentir-se "seguro", faz toda diferença para que cada pessoa cresça conectada a sua verdadeira essência.
Sinta-se abraçado!
Rodrigo Moreira é psicólogo e especialista em gestão de pessoas. Como consultor, tem sólida carreira desenvolvida em grandes consultorias de educação corporativa. É escritor, tendo lançado seu primeiro livro "Ele não é isso" pela Editora Arwen. Em seu “lado B”, é nerd, fã de Senhor dos Anéis e Star Wars. Tem, até hoje, seu quartel general, veículos e action figures dos G.I. Joe (Comandos em Ação).
Olá, nos vemos novamente aqui no Espaço do Winnicott, agora dando continuidade ao artigo Lá e De Volta Através, Um Retorno Rápido à Faculdade. Uma coisa importante, se você ainda não leu o artigo, eu sugiro que dê um pause agora esse vídeo, isso mesmo, pausa ele e vai lá e leia, porque vai ser interessante você partir desse artigo para vir para o vídeo, já que lá eu falo algumas coisas, aprofundo um pouco mais sobre a história dele, um pouco mais sobre o início desse desenvolvimento emocional, para chegar aqui agora e falar de alguns conceitos, então pausa aqui o vídeo e corre lá para ler, ok? Se você já leu, vamos embora. Aqui, como eu disse, eu vou mencionar alguns principais conceitos da obra de Winnicott sobre o desenvolvimento emocional primitivo, não à toa o nome do vídeo é De Volta ao Primitivo.
Uma outra coisa também importante sobre o vídeo e o artigo é que isso faz parte de um conteúdo que pretende resgatar um pouco do que foi visto na faculdade, se você teve pouco sobre o autor ou se nunca ouviu falar sobre ele, esse é o momento para conhecer mais. E também se você já manja pra caramba, conhece, por favor faça aqui seus comentários, deixe suas críticas, participe, o aprendizado, a contribuição coletiva é importante para o aprendizado, ok? Vamos lá então. Para começar, é importante que você compreenda que o ser humano tem uma capacidade natural, inata de desenvolvimento, então assim, a gente nasce, eu vou brincar aqui, mas assim, nasce todo errado, todo torto, todo desconjuntado e ao longo das nossas experiências de vida ou na nossa vida, a gente vai se reencontrando, nos reintegrando, integrando a nossa vida a um propósito maior e é daí que parte toda essa proposta do desenvolvimento emocional, porque nós, cada pessoa, começa por uma fase, um estágio de dependência absoluta e depois segue para um momento de onipotência rumo à independência.
Então, são esses três momentos que vocês podem ver aqui do lado. Mas o que o bebê, o que a mãe, o pai, as pessoas, de modo geral, encontram nesse processo todo? Porque lembre-se de uma coisa, o desenvolvimento não começa e para na infância, ele segue. Por isso, baseado nessa proposta, vamos começar aqui pelo estágio da dependência absoluta, onde a gente encontra o ambiente suficientemente bom.
O ambiente também é conhecido como a mãe suficientemente boa ou o ambiente facilitador, que não é necessariamente a mãe, pode ser alguém, como eu já falei no artigo, alguém que cuide, que seja responsável por prover um momento de estado de saúde saudável para o bebê. O ambiente, basicamente, fornece condições importantes de vivência, de sobrevivência de saúde relacionadas às nossas emoções, à psique, também à nossa fisiologia. O ambiente auxilia a criança nesse desenvolvimento para que ela conecte cada vez mais a sua essência ao seu verdadeiro self.
Nesse ponto, a mãe suficientemente boa, o ambiente suficientemente bom, assume uma função de holding. E o que é o holding? Holding, segurar, reter, acolher. Essa é a função da mãe, que emocionalmente, psicologicamente, fisiologicamente, protege o bebê de um ambiente, possivelmente, hostil contra ela.
Eu vou dar um exemplo aqui. Bom, eu já vi pelo menos isso, mas está lá a mãe com o bebê no colo dando de mamar e fica lá. Vá filhão, vamos logo com isso aí, vamos lá, acaba logo com isso.
Porque ela tem um compromisso, tem que sair para trabalhar, enfim, tem que fazer alguma coisa e que não pode, não se concentra especificamente nessa tarefa específica. Uma experiência que é importantíssima que é a amamentação para a criança. Bom, ela está sendo ali sacudida, ela está vivendo essa ansiedade da mãe.
Isso é ruim porque a criança, nesse estágio, ela não é ela nem é outro, ela é uma extensão da própria mãe. É uma relação, ela não se reconhece como parte daquele mundo, tampouco reconhece o mundo externo. Então, tudo aquilo que ela vive é parte de um processo de ansiedade, de medo, de raiva.
Outra coisa importante é que a criança não conhece, justamente por não ter entendimento desse mundo externo, ela não sabe da rotina dela, então ela não sabe que horas é o banho, ela não sabe que horas é a comida, quando ela tem que ir dormir. Tem sono, dorme, tem fome, ela chora, reage a esses movimentos todos. Então, jogar para cima, sabe, pegar a criança com uma bola de basquete, a temperatura, isso é importante, não só do banho, mas do ambiente.
Então, são condições fisiológicas também que o bebê começa a perceber e que, de certa forma, são uma afronta à vida dele, porque ele ainda não sabe exatamente o que é que está acontecendo. Por isso o holding bem feito, acolher a criança, não só nos braços, mas de uma maneira simbólica, tem uma função muito, mas muito importante mesmo. Eu já atendi vários adultos que, por um longo tempo, procuravam por esse holding perdido.
E aí chegamos na onipotência. Vamos falar aqui de um processo de ilusão e desilusão. A ilusão, ela se refere a um momento, digamos, mágico que o bebê ou que a criança vive.
É como se as coisas que ela precisasse, magicamente, aparecessem para ela quando ela precisasse. Como se ela evocasse aquilo de alguma maneira. Então, por exemplo, ela está com fome, chorou, vem o seio materno e, do nada, aquele leitinho quente aparece e provei a criança, dá o alimento e sacia aquela fome, aquela angústia.
Ela não entende que aquilo veio da mãe, que é algo externo. Simplesmente, uh, brotou ali, pá, apareceu. O que é importante nesse processo de ilusão é que, por mais que para a criança seja algo mágico, a ilusão tem que vir a partir de algo que já existe.
A mãe, óbvio, sabe que ela tem uma rotina, que ela vai dar de mamar, que ela vai dar o banho, que ela vai trocar. O bebê, não. Então, para que a ilusão ocorra de uma maneira favorável, né, partimos o pressuposto que aquele objeto, ele já existe no mundo externo.
Para a criança, ainda não. E o processo, ele é gradual e saudável. Porque, conforme o tempo vai passando e a mãe exercendo essa função de holding, nesse processo de ilusão, o bebê, aos poucos, ele vai se desiludindo.
Então, por exemplo, chorou, tá com fome, aqueles segundos em que a, quem estiver cuidando, a mãe, a avó, o pai, enfim, levar para chegar até onde o bebê está, isso já mostra para o bebê que aquela coisa não é tão mágica assim, que ele tá sentindo algum desconforto ali na barriga, mas que, opa, não é só chorar que a coisa aparece. Ele começa a se desiludir, a perceber que existe algo acontecendo fora dele. Eu estou usando aqui o exemplo da amamentação, mas você pode ampliar isso para muitas outras situações da vida.
O fato é que essa sutileza de estar presente no momento da magia, da ilusão, e aos poucos ir desiludindo o bebê, a criança, é que facilita essa relação dela com a mãe, com a pessoa que cuida, ou nos moldes psicanalíticos com o objeto, porque quanto mais presente a pessoa estiver, mesmo que essas falhas naturais aconteçam, mais relação, uma relação saudável de amor, de dedicação, mais fácil isso vai acontecer. Estando nesse mundo externo, já começando ali a identificar algo fora dela e ela, ela também descobre um espaço importante, que é o espaço transicional, algo entre o mundo externo e o mundo interno, no caso, ela. Espaço transicional, ou espaço potencial, o que mais? Área intermediária, são alguns termos aí utilizados, mas o importante é que você tenha em mente o seguinte, esse é um espaço de experimentação, é uma área de transição, que vai ajudar a criança a compreender melhor o que tem dentro dela, o eu e o não eu, justamente essas diferenças.
Eu, não eu. Não eu, eu. Eu adoro esses termos psicologuês.
Brincadeiras à parte, tá gente? Eu falo isso porque, cara, é igual o médico, você chega no médico, ele dá aquela carterada de coisas em você, você não entende liufas, então eu tento aqui, pelo menos até mesmo para os psicólogos, deixar a linguagem de uma maneira um pouco mais simples. Sempre parto do princípio que eu não estou falando apenas para pessoas que já têm uma certa experiência, já há anos de experiência no processo todo, mas eu também estou falando para gente que é, ou psicólogo recém-formado, ou até mesmo estudante de psicologia e que está se familiarizando com o processo todo. Então vou mesclando aí um pouco de uma linguagem mais psicologada e uma linguagem não psicologada ou psicologuês.
Bom, é nesse espaço intermediário que a criança começa a exercitar a sua subjetividade, vive ali de uma maneira muito bacana, muito gostosa, o mundo imaginativo, toda essa criação. É ali que ela experimenta coisas e testa no mundo. Na verdade, esse é até o grande momento de teste para os adultos, como bem se diz na teoria do Hinicot, como nós, a mãe, o ambiente, ele tem uma função de ego auxiliar, como será que esse ego auxiliar vai lidar com essas produções internas e criativas dessa criança? Vou dar um exemplo.
Sabe aquela vassoura que você usa para varrer a tua casa? Então, para uma criança, ela simplesmente perde a função de varrer e se torna um cavalo, exatamente. Ela simplesmente se torna um cavalo, a criança vai cavalgar por mundos, lutar com guerreiros, vai cair do cavalo, vai morrer, vai renascer, enfim, ela vai poder dar o que ela quiser ali, a cara que ela quiser para essa criação e essa criação vai ter muitos e muitos significados na vida dela, não só para brincar, você pode ter certeza disso. E aí é que está o lance todo, porque será que o adulto vai simplesmente brigar porque a criança pegou aquela vassoura e está, sei lá, quebrando? Ou vai entrar na onda, vai entrar na fantasia, pode até ser que ele nem brinque, mas simplesmente esteja lá, presente, que seja no silêncio, ok, beleza, vai e brinca, estou aqui olhando, estou aqui acompanhando, estou aqui cuidando.
Essa é uma função de ego auxiliar que, novamente, vem do ambiente suficientemente bom, onde a criança está se relacionando com o mundo interno, com suas produções internas e levando para o mundo externo por meio de uma passagem, de um caminho. E para ajudar nesse processo criativo todo, onde ela diferencia o eu do não eu, nesse espaço existe um objeto transicional. Quem nunca sabe aquele travesseirinho, cobertorzinho, ou até mesmo a fraldinha, o famoso naná? Pois é, eu mesmo tive um travesseirinho que, nossa, eu adorava ele, amava, dormia todo dia e tinha um cheirinho bem peculiar, isso era muito engraçado, porque era meio fedidinho mesmo, mas eu gostava.
E eu lembro que a minha mãe uma vez lavou aquilo e, cara, eu fiquei desesperado porque primeiro lugar que eu cheguei, não sei de onde eu cheguei, da escola, não sei, e aí eu não encontrava. E a minha mãe estava trabalhando, ela largou, sei lá, no varal, o que era varal na minha vida, eu não sabia, e eu tive que esperar angustiado até ela chegar para me dar. E quando veio, veio aquele cheiro de, sei lá, lavanda, que é bom, mas para mim não era, não era o meu objeto.
E esse é o ponto, o objeto, ele é um objeto transicional, ele é uma figura, uma representação de amor, de ódio, de muitas emoções e sentimentos que o bebê tem em relação ao ambiente. É tudo o que ele projeta naquilo, sabe? Poxa, a mãe, o pai, sei lá, foi ruim, aquele objeto vai ser castigado, aquele objeto vai ser maltratado, mutilado, foi bom, ele vai ser acariciado, vai ser amado. Objeto, ele só pode mudar a partir de uma decisão da criança e não o contrário.
Porque esse objeto está ali, ajudando ela com as suas angústias e quando você tira aquilo dela, ela perde o apoio, ela perde essa sustentação. E o que é engraçado nesse processo todo de objeto transicional, é que ele também magicamente some, perde a função. Eu, por exemplo, não lembro o que aconteceu com o meu travesseirinho, não, sério, não lembro mesmo, tão pouco da última vez que eu usei.
Eu sei que eu usava, mas um dia ele sumiu e não me fez falta, porque ele cumpriu a função dele e é justamente isso que é o mais bacana. Quando o objeto chega a cumprir a missão, ele vai embora. Entenda que não é o objeto necessariamente cumprir a missão, mas você passou, ou melhor a criança, você também, um dia você foi criança, você passou por essa fase de desenvolvimento e explorou bastante esses apoios emocionais, psíquicos, que o objeto pode dar a você.
Como é que é o atendimento na sua clínica, como é que é a criança que você atende e até mesmo os adultos, afinal de contas gente, eu sempre falo isso, eu atendo, já atendi muita criança, mas atualmente eu me concentro mais no atendimento de adultos e é curioso como o objeto transicional faz falta ou fez falta na vida de alguns. E se você quer entender um pouco mais sobre o espaço transicional, objetos transicionais, eu recomendo aqui o livro O Brincar e a Realidade, é um livro póstumo, foi escrito depois, compilado depois da morte de Winnicott e que traz uma visão muito interessante e assim muito rica sobre todo esse processo que a criança vive nesse espaço.
Basicamente é um fortalecimento da sua criatividade e enriquecimento cultural, porque afinal de contas ela aprende também, não é só uma aprendizagem lógica dos padrões que a gente conhece hoje, tem todo um processo mais simbólico também envolvido nisso.
Então O Brincar e a Realidade é um livro que eu considero um livro de cabeceira e recomendo pra você, se ainda não leu. E agora, seguindo aqui, entrando na independência, vamos falar do verdadeiro e do falso selfie. O que é isso? Será que é certo? Será que é errado? Esse conceito não trata de algo, nesses termos, de certo e errado, não é taxativo dessa forma.
O selfie não tem cor, não tem cheiro, não tem tamanho, não é estático, isso é importante saber. O selfie é a nossa essência, é o nosso reencontro consigo mesmo, conosco mesmo. Consigo? Conosco? E agora? É o encontro com você.
Uau! Mas é justamente isso, é um estado de saúde em que você se reencontra ou conecta com a sua essência maior. Mesmo quando existem as falhas no caminho, e agora resgatando um pouco lá do artigo, toda a sua experiência ligada às pessoas com que você convive, elas são importantes para compor aquilo, ou melhor, quem você é, o que você pensa, o que você aprende, como você vive no mundo. A junção de todas essas experiências, o relacionamento interpessoal, aquilo que você aprende com o outro e também aquilo que você sente, as suas emoções, as suas obras, as suas criações em relação ao mundo, são importantes para essa configuração, para que você se encontre com você mesmo, com o seu verdadeiro self.
O falso self parte do princípio de que ele precisa defender esse verdadeiro em relação ao ambiente. É uma defesa, já que as funções do ambiente não foram saudáveis, não foram favoráveis para que o verdadeiro self pudesse seguir aí o seu caminho. Muitas vezes, esse falso self assume a função do verdadeiro, e aí a vida se torna vazia, sem sentido, sem propósito.
Uma vez que você não tenha um ambiente que estimule a sua criação, os seus processos internos… Imagina você sendo a criança, ou a pessoa, ou o adulto, que foi julgado, sempre punido por ter feito aquilo, aquilo ou outro, por mais que fosse algo inocente e saudável. Então, cresce em uma relação em que o mundo sempre vai ser hostil. Por que eu tenho que mostrar aquilo que eu tenho de bom, se o mundo vai contra mim? E aí a gente vai entrar… Eu vou mencionar só, mas eu vou falar disso num outro vídeo, acaba entrando num conceito de privação e delinquência, privado daquilo, das suas emoções, daquelas coisas positivas.
Como é que você mostra isso para o mundo? Eu trabalhei e trabalho atualmente, mas eu tive uma vivência muito mais interna no mundo corporativo, hoje eu estou mais como consultor, mais fora, uma visão de fora, mas eu estive lá dentro. E nessa jornada profissional, eu conversei, tive a oportunidade de conhecer muitos líderes e de observar também a ascensão de alguns. E era curioso, como alguns pareciam que tinham uma habilidade inata, natural para a liderança, enquanto outros eram um sofrimento terrível, absolutamente terrível.
Não é pelo fato de querer ou desejar, porque queriam estar ali, gostariam de seguir nesse processo de desenvolvimento também profissional de liderança, mas eles não conseguiam expressar aquilo que tinham de bom, tinham medo, ansiedade, em reuniões pouco falavam, suas ideias nunca eram claras. E quando eu conversava individualmente com cada um deles, cara, era impressionante, eram outras pessoas. A sua introversão não é algo ruim, ela é um perfil muito importante também.
E quem é introvertido não é tímido, então esse é um erro que muitas pessoas cometem. Mas a introversão também precisa voltar-se para dentro para que você se conecte, faça meio que um resgate dessas produções, mas também leve para o mundo. E era esse processo que não acontecia, pelo medo de julgamento, por medo de reprovação, ou por simplesmente não ter uma facilidade para se vender.
Isso eu estou sendo bem racional, mas isso sim estava relacionado a momentos da infância, momentos da vida, da adolescência, que conversando com elas, eu não fazia terapia com nenhum deles, não é isso, mas conversando e conhecendo eu pude entender e compreender melhor isso. Então, esse é só um exemplo um pouco mais prático do mundo real, para que você compreenda o que é o verdadeiro selfie ou faço selfie, e justamente quando a pessoa vive somente esse estado, esse estágio de defesa, como também pode ser prejudicial para ela. Estamos chegando ao final do vídeo, espero que vocês tenham gostado, estão vendo aqui essa imagem, esse infográfico, ele é meramente ilustrativo, só para tornar a explicação de todos esses conceitos mais didáticos, tornar visual, visualmente é mais fácil de compreender também.
O desenvolvimento emocional, ele não é cartesiano dessa forma, não é blocado assim, é evidente que existem fases, uma antes, depois e tal, mas não vai acontecendo dessa forma, tijolinho por tijolinho. O desenvolvimento do verdadeiro selfie, esse reencontro consigo mesmo, ele começa no início, no ambiente. Eu deixei ele aqui para o final só para destacar mais esse processo de independência, mas ele é contínuo, assim como outros processos, certo? Então se você quiser se inteirar mais, saber mais sobre esses conceitos, recomendo a leitura, se você está na faculdade, converse mais com seus professores, com os amigos e claro, a internet está aí, tem muita coisa que você pode procurar lá e você não necessariamente vai depender só do conhecimento que a faculdade vai lhe dar.
Aliás, até uma crítica que eu faço aqui, a gente sou bem crítico em relação a isso, a faculdade vai te dar conceito, a faculdade vai te dar a teoria, direcionamentos, claro vai proporcionar networks, isso é muito importante também, mas é a prática que vai mostrar para você como você faz, então supervisão é importante, mantenha os seus estudos, é claro, aprofundar o conhecimento é sempre um processo contínuo também, aprendizado é contínuo. Chegamos ao fim, espero que você tenha gostado, deixe aqui o seu comentário, faça as suas contribuições, as suas críticas, é importante saber aquilo que você quer também mais, discutir, saber e também coisas que você tem de experiências sua para agregar aqui. Beleza? Um abração, tchau, a gente se vê numa próxima, tchau!